No brasil, 75% dos gastos em saúde suplementar e pública são decorrentes de doenças crônicas não transmissíveis. A principal agravante dessas patologias, está no longo período assintomático, que leva o paciente não diagnosticado a um quadro crônico, de difícil tratamento e altíssimo custo.

Atualmente as seguradoras e planos de saúde utilizam questionários para avaliar a saúde dos segurados. Então, para desmistificar algumas condutas realizadas pelo mercado, desenvolvemos um estudo com objetivo de confrontar o modelo atual de predição de risco para essas doenças.

Se 75% da frequência de sinistro esta relacionado ao “comportamento do segurado”, seria confiável utilizar a informação disponibilizada por ele?

Para isso, realizamos um check-up médico presencial em 1.000 pessoas, avaliando pressão arterial, glicose, peso, circunferência abdominal, e um questionário de saúde. Para espanto de todos, 80% da população disse ter boa saúde, porém, apenas 28% da população tinha peso ideal, mais de 50% apresentava hipertensão arterial, e quase 30% tiveram resultados que indicavam diabetes ou resistência insulínica.

Será que vamos continuar a utilizar informações não fidedignas? Nosso objetivo é mudar o status quo de precificação de seguro saúde no Brasil.

 

População analisada: 1.000 funcionários
Empresa: Grupo Carvalho

Confira os resultados do diagnístico a seguir: